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Pequeno asteroide passará muito próximo à Terra neste domingo


Em notícia publicada hoje no portal noticias.terra.com.br:
Foto meramente ilustrativa.
Foto meramente ilustrativa.

Corpo celeste de cerca de 20 metros deve passar por cima da Nova Zelândia na tarde de domingo

Um pequeno asteroide, de cerca de 20 metros, passará “muito perto” da Terra no próximo domingo, informou nesta quinta-feira a Nasa (agência espacial americana), descartando que ele represente uma ameaça para o planeta.
Então de maior proximidade, às 14h18 (horário da costa leste dos Estados Unidos, 15h18 de Brasília) do dia 7 de setembro, o asteroide “2014 RC” passará acima da Nova Zelândia.
O corpo celeste foi descoberto no dia 31 de agosto pelo programa Catalina Sky Survey (CSS), operado pelo Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona (EUA), que utiliza dados de três telescópios para procurar cometas, asteroides e objetos próximos à Terra.
O asteroide foi, além disso, detectado de forma independente na noite seguinte pelo telescópio do Observatório Pan-STARRS situado no Havaí e ambos informaram de suas observações ao Minor Planet Center da União Internacional Astronômica, em Cambridge (Massachusetts).
No momento de maior proximidade, o asteroide estará aproximadamente a um décimo da distância que há do centro da Terra à Lua, ou 40 mil quilômetros.
Os cientistas assinalam que apesar desta “proximidade”, o asteroide não poderá ser visto a olho nu, embora astrônomos amadores que tenham telescópios pequenos talvez consigam captar a aparição do asteroide, que se movimentará rapidamente seguindo sua órbita.
O asteroide passará pela parte externa da órbita geossíncrona dos satélites de comunicações e meteorológicos que orbitam ao redor de 36 mil quilômetros sobre a superfície de nosso planeta.
A comunidade científica terá uma oportunidade única para observar e aprender mais sobre os asteroides, assinala a Nasa, que diz que “ele não parece trazer perigo nenhum para a Terra ou para os satélites”.
Apesar de nesta ocasião não cair na Terra, os cientistas calculam que sua órbita o traga de novo às proximidades de nosso planeta no futuro e seus movimentos serão vigiados de perto.

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