OVNIS ONTEM , NA BUSCA DA VERDADE

Agroglifos em Santa Catarina foram registrados antes de sua destruição



Pelo sétimo ano consecutivo, o fenômeno se repete em Ipuaçu, deixando absolutamente clara sua natureza não humana e inteligente; infelizmente as figuras já foram desfeitas


CRÉDITO: REVISTA UFO
Imagem aérea de um dos agroglifos de Ipuaçu de 2014

Mais uma vez, a Ufologia Brasileira acompanha com espanto o surgimento de impressionantes figuras em Ipuaçu, Santa Catarina. E novamente graças aos esforços da Revista UFO, o fenômeno foi devidamente registrado e as informações disponibilizadas para toda a comunidade ufológica brasileira. Infelizmente, ambas as figuras foram destruídas, mas felizmente as imagens foram obtidas pelo editor da Revista UFO, A. J. Gevaerd, cujo depoimento apresentamos abaixo.

"Eles surgiram de novo, mais uma vez em dupla e na época habitual: últimos dias de outubro, primeiros dias de novembro. O local onde foram encontrados os dois primeiros agroglifos de 2014, nesta manhã de domingo, 26 de outubro, por volta das 07h30, é o topo de um morrote que fica na propriedade do senhor Angelo Aléssio. Sua fazenda já havia sido palco de agroglifos em anos anteriores. Neste ano, ela era uma das poucas em que o trigo ainda não havia sido colhido, como ocorreu com a maioria das propriedades ao redor.

Um dos dois agroglifos podia ser visto a partir da estrada vicinal não pavimentada SCT-451, estando próximo do CTG Herança de Guapo. Tratou-se de uma imensa e harmônica figura, que a Polícia Militar de Santa Catarina estimou ter entre 150 e 200 metros, com círculos internos e externos e elementos geométricos dentro. Infelizmente, no entanto, poucos tiveram a oportunidade de vê-la e fotografá-la, porque na mesma manhã em que foi descoberta a figura ela foi destruída por ordem do proprietário, que mandou seu capataz passar uma máquina agrícola sobre o agroglifo.

SOMENTE VISÍVEL DO ALTO

A segunda figura estava a não mais do que 200 metros a leste da primeira e a cerca de 2 mil metros da rodovia que liga Bom Jesus a Ipuaçu, a quase 3 mil metros da cidade. Apesar da proximidade, no entanto, não era possível vê-la nem da estrada e nem mais de perto, a partir das estradas rurais que cortam a propriedade, a uns 300 metros de distância dela. Na verdade, mesmo estando dentro da figura e caminhando pelos seus elementos e “corredores”, não era possível vislumbrar seu formato, de tão grande. Foi preciso usar o drone da Revista UFO, um modelo Phantom 2 Vision Plus com câmera estabilizada de 14 megapixels, que filma em alta definição.


O primeiro agroglifo, destruído
O primeiro agroglifo, destruído
 A frustração de chegar a Ipuaçu a apenas poucas horas de descoberta das figuras, após percorrer em apenas 5 horas cerca de 430 quilômetros desde Curitiba, e encontrar um dos agroglifos destruído, deu lugar à estupefação e à surpresa tão logo o drone foi acionado e passou a fazer fotos aéreas de variadas altitudes. A partir do alto, a pelo menos 500 metros, já se vislumbrava o imenso agroglifo ainda intacto, cujo formato estarreceu até mesmo os policiais militares Leandro de Oliveira e Evandro de Oliveira, ambos cabos da PM de Santa Catarina, um com 20 e outro com 18 anos de serviços prestados à entidade, destacados para acompanhar os fatos por ordem de seu comandante.

FIGURA COMPLEXA E ELEGANTE

Pelas fotos e filmagens em alta definição feitas pela Revista UFO se pode observar o segundo agroglifo, este ainda intacto, que pode ser descrito como a junção de dois conjuntos de elementos. De um lado, um anel de cerca de 80 metros de diâmetro de plantas dobradas em sentido horário com um círculo central de cerca de 12 metros, também dobrado em sentido horário. De outro, um conjunto de dois círculos e dois semicírculos, de diferentes espessuras, uns finos, outros mais grossos, totalizando uns 60 metros de diâmetro. A intersecção dos dois conjuntos levou à formação de um semicírculo no interior do segundo conjunto.


Detalhe do primerio agroglifo antes de sua destruição
Detalhe do primerio agroglifo antes de sua destruição
 Após o registro minucioso do agroglifo ainda intacto, no qual me concentrei porque o outro já estava perdido, inclusive medindo sua condição eletromagnética e constatando-a como normal e idêntica à área externa do agroglifo, fui até a primeira figura. Mesmo totalmente desfigurada, ela foi avaliada, fotografada do solo e do alto, além de filmada de diversos ângulos com o drone. Somente se pode divisar, do cima, seu anel externo, com o tamanho estimado de 150 a 200 m de diâmetro, porque os elementos internos haviam sido irreversivelmente destruídos.

NOVA DESTRUIÇÃO

Enquanto eu filmava com o drone o agroglifo deteriorado por ordem do proprietário, o grupo de curiosos ali localizado, inclusive os citados PMs, ouviu novamente uma máquina agrícola operando. Lamentavelmente, às 17h00, o senhor Angelo Aléssio determinou ao seu capataz também a eliminação do agroglifo que ainda estava intacto. Nada restou dele. Por muita sorte, e contando como de imensa importância o fator tempo, cheguei a tempo de fazer o registro da imagem. Neste momento, apesar das lástimas dos moradores de Ipuaçu, ambas as figuras estão destruídas. Em casos de pesquisas se agroglifos, o exame dos fatos “in locu” e o mais rápido possível assegura um bom trabalho.


Detalhe do segundo agroglifo ainda intacto
Detalhe do segundo agroglifo ainda intacto
 A decisão do proprietário de desmanchar os elementos internos e externos dos agroglifos se dá em decorrência de sua preocupação com os curiosos que se dirigem para visitar os locais e com a possibilidade de causarem ainda mais danos à plantação. O senhor Aléssio não quis se manifestar, mas, por seu capataz, deixou claro que não tolera a devastação de sua lavoura, não pelos agroglifos, mas pelos curiosos. Outros fazendeiros locais já agiram da mesma forma, infelizmente. Tentei inúmeras vezes falar com o prefeito da cidade, Denilso Casal, para pedir que isole as figuras, mas foi infrutífero.

INVESTIGAÇÃO DE CAMPO

Pelo sétimo ano consecutivo, sempre na mesma época, sempre no mesmo lugar, os agroglifos se manifestaram. Desta vez mais vistosos do que em anos anteriores, embora rivalizando em beleza com os de 2013, mas não em tamanho. Até hoje não se encontrou uma explicação para as figuras surgirem sempre ali e sempre nestes dias do ano. O que se sabe ao certo, sem a menor sombra de dúvida, é que são imagens construídas por alguma forma de inteligência não humana, não terrestre. O que significam, isso também ainda falta responder. E a resposta só virá com muita pesquisa diligente, exatamente o que a Revista UFO faz há sete anos.


A PM local investiga o agroglifo
A PM local investiga o agroglifo
 Logo deverão surgir os céticos com alguma alegação qualquer para tirar a importância do fenômeno ou até mesmo desqualificá-lo com a presunção de que são fraudes. Hoje, como nos anos anteriores, em que a Revista UFO e seus membros estiveram “in locu” envolvidos na investigação dos fatos, ficou patente que é impossível a realização de tais desenhos descomunais sem que sua fabricação fosse testemunhada por moradores. Mas, mais uma vez, absolutamente ninguem viu nada. E para consolidar sua legitimidade, como atestado pela PM de Santa Catarina, nenhum sinal de ação humana foi encontrada".