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'Estamos sob ataque', diz bisneta de ex-presidente americano sobre aliens

Laura Eisenhower foi palestrante do III Fórum Mundial de Contatados.

Evento de ufologia ocorreu  em Porto Alegre.

Do G1 RS
Laura Eisenhower foi aplaudida de pé em evento de ufologia em Porto Alegre (Foto: Maria Polo/G1)Laura Eisenhower foi aplaudida de pé em evento de ufologia em Porto Alegre (Foto: Maria Polo/G1)
Em uma das palestras mais aguardadas do III Fórum Mundial de Contatados, que ocorre em Porto Alegre neste fim de semana, Laura Eisenhower foi aplaudida de pé. Neste domingo (14), ela falou da sua missão de expor os governos que trabalham com seres extraterrestres para manter seu poder e como as pessoas podem combater essa suposta dominação.
"Estamos sob ataque, mas quando entendemos o jogo, nos libertamos. Nenhum ser ruim pode sobreviver se estivermos unidos e positivos", disse ao público que assistia à sua palestra na capital gaúcha.
Bisneta de Dwight Eisenhower, que governou os Estados Unidos de 1953 a 1961, Laura afirmou que ele acreditava na existência de alienígenas e UFOs e queria entender mais sobre o assunto. Ela também disse ter sido contada pelos seres desde criança e disso surgiu seu interesse em estudar e saber mais.
Considerada uma das vozes mais importantes da ufologia, Laura acredita que o universo está em um período de abertura. Devido a isso, haveria uma presença forte de alienígenas na Terra. O problema, segundo ela, é que parte deles teriam intenções ruins, de controle do planeta. "Os líderes mundiais sabem dessa influência, mas estão interessados em lucrar", defendeu.
Para a ufóloga, existe uma tecnologia extraterrestre é avançada que poderia ajudar a melhorar o planeta. "Muito disso é utilizado para o mal, como máquinas que podem fazer alterações meteorológicas e induzir supertempestades. Eles modificam nosso DNA, fazem lavagens cerebrais e nos enganam", aponta Laura, que se considera uma ativista da Exopolítica.
Em 2006, Laura diz ter sido recrutada para fazer parte de um programa americano chamado Alternativa 3, de colonização de Marte. "Eu não aceitei ir, pois eu acredito no poder do espírito humano. Estaríamos indo para as estrelas, mas precisamos cuidar desse planeta antes". Para ela, os humanos levariam os mesmo dilemas e problemas para outros mundos.
"Às vezes eu sinto que vou ter um ataque cardíaco, mas estou bem", desabafou ao lembrar que é difícil de lidar com a grande quantidade de informação. A solução, segundo a especialista, é aproveitar o período de conexão para se aproximar dos seres extraterrestres que querem o bem. "Só usando o amor e o crescimento espiritual vamos evoluir", afirma.
Último palestrante diz ter se encontrado com Jesus e Nossa Senhora de Fátima
A palestra que encerrou o evento de ufologia teve um caráter diferente. Além de encontros com seres extraterrestres, o italiano Giorgio Bongiovanni dividiu experiências que teria tido com Jesus e Nossa Senhora de Fátima. Para ele, os alienígenas nada mais são que seres de luz, espécies de anjos. 
Seu primeiro contato com os aliens teria ocorrido quando tinha apenas 13 anos. Já aos 26, ele conta que foi visitado pela Virgem, que teria lhe revelado a sua missão. Por ordens da santa, o jornalista viajou à cidade de Fátima, em Portugal, onde teve seus pés e mãos perfurados, como os de Jesus crucificado. "Nossa senhora me abriu as portas para falar com milhões de pessoas e agora sinto que estou para cumprir a minha missão", afirmou. 
Segundo Bongiovanni, após esse encontro, ele recebeu o próprio Jesus em sua casa, com quem conversou e lhe ofereceu pão. O fato teria ocorrido quando estava sofrendo das feridas em seu corpo. "Ele me disse para repassar a mensagem de que a criação de Deus tem muitos mundos habitados por seres vivos. O número dos planetas que têm vida avançada é igual ao número dos grãos de areia em todos os desertos e praias da terra", relatou. 
O italiano diz que sabe o quanto é difícil crer em sua história e que talvez nem ele acreditaria, se estivesse no lugar dos ouvintes. "Essa é a minha realidade. A fé é algo muito interior. Mas quando alguém vê algo fisicamente, como eu vi, toca com suas mãos. Não é mais um caso de fém, mas é humano também", conclui.